O Flamengo voltou a levantar a taça da CONMEBOL Libertadores no sábado, 29 de novembro de 2025, ao derrotar o Palmeiras, e essa vitória consolidou dois nomes no topo do rol de campeões do clube. Com o triunfo diante dos paulistas, Giorgian De Arrascaeta e Bruno Henrique chegaram ao 16º título pelo Rubro-Negro, isolando-se ainda mais na primeira posição entre os atletas que mais vezes ergueram troféus com a camisa rubro-negra.

A dupla está no clube desde a temporada de 2019, período em que o Flamengo viveu uma sequência de campanhas vitoriosas em torneios nacionais e internacionais. A nova conquista ampliou a vantagem de Arrascaeta e Bruno Henrique sobre figuras históricas que ocupam o segundo lugar na lista de maiores campeões: Zico, Júnior e Gabigol, cada um com 13 troféus.

O recorde reforça a importância do uruguaio e do atacante brasileiro para a equipe rubro-negra. Desde que chegaram ao Flamengo, ambos participaram de finais de Campeonato Carioca, Campeonato Brasileiro, Supercopa, Recopa Sul-Americana, Copa do Brasil e Libertadores. A soma desses triunfos resultou agora em 16 títulos, marca inédita para jogadores do clube.

Entre os principais destaques da temporada 2025, a decisão continental contra o Palmeiras foi determinante para atualizar o ranking interno de taças. O jogo, disputado em campo neutro, marcou mais um capítulo da rivalidade recente entre cariocas e paulistas. Ao final do confronto, o troféu sul-americano retornou ao Rio de Janeiro e carimbou a liderança isolada de Arrascaeta e Bruno Henrique como maiores vencedores da história rubro-negra.

Escala de campeões do Flamengo

Além da marca de 16 títulos estabelecida pela dupla, o ranking de atletas com mais conquistas pelo Flamengo ganhou outra novidade. Léo Pereira comemorou seu 12º troféu pelo clube e encostou em nomes lendários. O zagueiro, contratado em 2020, igualou-se a Cantarele, Diego Ribas, Willian Arão e César, todos com 12 títulos.

Entre os grandes campeões rubro-negros, a tabela agora está distribuída da seguinte forma:

16 títulos: Arrascaeta e Bruno Henrique
13 títulos: Zico, Júnior e Gabigol
12 títulos: Cantarele, Diego Ribas, Willian Arão, César e Léo Pereira
11 títulos: Leandro, Everton Ribeiro, Rodrigo Caio, Diego Alves e Vitinho
10 títulos: Adílio, Andrade, Filipe Luís e Renê

Os 16 troféus de Arrascaeta e Bruno Henrique foram conquistados ao longo de seis temporadas. Durante esse período, o Flamengo acumulou conquistas em diferentes frentes, resultado de elencos consistentes, mudanças de treinadores e investimentos em estrutura. O feito coloca a geração iniciada em 2019 entre as mais vitoriosas desde a década de 1980, quando Zico, Júnior e companhia escreveram capítulos memoráveis na história do clube.

Trajetória da dupla recordista

Arrascaeta chegou à Gávea em janeiro de 2019, após transferência do Cruzeiro, e rapidamente se firmou como peça central no meio-campo rubro-negro, contribuindo com passes decisivos e gols em momentos chave. Bruno Henrique, por sua vez, foi contratado no mesmo ano junto ao Santos. Com velocidade, poder de finalização e participação tática, tornou-se referência no ataque. Desde então, ambos protagonizaram finais e partidas marcantes em participações consecutivas na Libertadores e em torneios nacionais.

A parceria entre os dois jogadores rendeu gols decisivos, jogadas de efeito e contribuiu para que o clube conquistasse, em sequência, Campeonatos Cariocas, Brasileiros, Supercopas do Brasil, Recopas Sul-Americanas, Copas do Brasil e agora a terceira Libertadores desse ciclo vitorioso. A marca de 16 títulos reforça o legado deixado pela dupla, que ultrapassou os 13 troféus do trio formado por Zico — maior ídolo da história rubro-negra —, Júnior e Gabigol.

Léo Pereira se aproxima do topo

O zagueiro Léo Pereira, contratado em 2020, também deu um salto significativo na hierarquia de campeões do Flamengo ao levantar seu 12º troféu. Com isso, o defensor encostou nos três vice-líderes e aparece a apenas uma conquista dos 13 títulos de Zico, Júnior e Gabigol. A regularidade do jogador em finais e a participação direta nos campeonatos vencidos desde sua chegada ajudam a explicar a escalada no ranking interno.

Para efeito de comparação, Cantarele, Diego Ribas, Willian Arão e César, que também têm 12 títulos, foram protagonistas em décadas diferentes ou em ciclos de reconstrução do elenco rubro-negro. O fato de Léo Pereira igualar essa marca em apenas cinco temporadas demonstra a frequência com que o Flamengo esteve presente em decisões nesse período.

Gigantes históricos seguem no pódio

Mesmo ultrapassados pela atual geração, Zico e Júnior mantêm importância inquestionável, pois construíram o alicerce de títulos conquistados entre o final dos anos 1970 e meados dos anos 1980. Naquela época, o Flamengo alcançou a projeção internacional com a Libertadores de 1981, o Mundial Interclubes e sucessivos campeonatos nacionais. Já Gabigol, que deixou o clube ao término da temporada 2024, soma 13 troféus em seis anos de Gávea e segue como um dos atacantes mais vitoriosos da história moderna do Fla.

Rubro-Negro amplia hegemonia recente

A vitória sobre o Palmeiras em 2025 reforça a hegemonia rubro-negra em competições sul-americanas nos últimos anos. Além da nova Libertadores, a geração liderada por Arrascaeta e Bruno Henrique adicionou troféus de Recopa, Copa do Brasil e Brasileirão. A consistência dos protagonistas é um dos fatores que explicam o sucesso sustentado do clube no período.

Com 16 títulos, Arrascaeta e Bruno Henrique estabelecem um patamar que será perseguido por atletas das próximas gerações. A janela de conquistas iniciada em 2019 continua aberta, e o Flamengo segue acumulando troféus que alimentam novos recordes internos. Léo Pereira, a um passo de alcançar lendas como Zico e Júnior, é exemplo de como a atual estrutura do clube favorece a formação de colecionadores de títulos.

A atualização do ranking de campeões serve como termômetro do momento rubro-negro. A distância entre Arrascaeta e Bruno Henrique para os demais reforça a importância dos dois jogadores para a manutenção de um ciclo vencedor iniciado há seis temporadas. Ao mesmo tempo, nomes históricos preservam seu espaço, ilustrando a tradição do Flamengo de revelar ou lapidar atletas marcantes ao longo de sua trajetória.

Com o troféu da Libertadores nas mãos e o recorde ampliado, Arrascaeta e Bruno Henrique consolidam-se no topo do panteão rubro-negro. A marca de 16 conquistas, agora oficializada, confirma os dois como protagonistas de uma das fases mais vitoriosas do clube carioca e estabelece um novo parâmetro para futuras gerações.

Com informações de ESPN Brasil

By bugou

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